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Arquitetura
Local-first: sincronização sem dor de cabeça
Como o Quirk mantém os dados na ponta e sincroniza sem servidor central — e os trade-offs do caminho.
Gabriel Ditzel 8 min de leitura
O Quirk guarda seus hábitos no seu dispositivo primeiro, e só depois sincroniza. Essa inversão muda tudo: o app funciona offline, abre instantâneo e respeita seus dados.
O modelo mental
Em vez de "o servidor é a verdade", o local-first diz "cada dispositivo tem uma cópia válida". A sincronização vira um problema de convergência, não de busca.
CRDTs sem mística
Conflict-free Replicated Data Types deixam dois dispositivos editarem o mesmo dado offline e mesclarem sem conflito. O custo é metadado extra e uma curva de aprendizado real.
Os trade-offs
- Migrations viram um problema distribuído
- O tamanho do histórico cresce e precisa de poda
- Debugar estado divergente exige ferramentas próprias
Vale a pena? Para um app pessoal de hábitos, absolutamente. Para um ERP multiusuário, pense duas vezes.